Faculdade Ibetel

A vida de José – Parte 1 – Gênesis 37

A vida de José – Parte 1 – Gênesis 37

      Olá! este é o episódio 1 da série de estudo que faremos com os jovens sobre a vida de José. Tenho o prazer de compartilhar com você.       Problema inicial: com 17 anos José contava ao seu pai as coisas perversas que seus irmãos faziam NARRATIVA: Jacó, ou Israel, teve doze filhos. José foi o décimo primeiro. Com 17 anos José contava ao seu pai as coisas perversas que seus irmãos faziam. Jacó já era velho quando José nasceu e, Continue lendo

Que tipo de ministros somos?

Que tipo de ministros somos?

  Alguns veem os ministros como vasos de ouro. Assim, o valor não estaria no conteúdo, mas no recipiente. Já não interessa mais o que está dentro do vaso, nem se existe ali algum conteúdo. O valor está no vaso em si. Vistos como vasos de ouro, os ministros são considerados inquebráveis, infalíveis. Parece que esta era a visão dos coríntios ao formarem partidos em torno dos nomes dos apóstolos. O outro extremo é a consideração do ministro como um vaso de material desprezível, vazio Continue lendo

Misericórdia, Quero!

Misericórdia, Quero!

“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios, não condenaríeis os inocentes.” (Mateus 12.7) No texto acima, Jesus faz crítica aos religiosos que não aprenderam o significado de “misericórdia quero e não sacrifício”. De maneira semelhante, no livro do profeta Oséias escrito quase 800 anos antes de Cristo, Deus profere forte crítica, ao seu povo: “Pois misericórdia quero, e não sacrifícios…” (Os 6.6) Cansado de toda aquela religiosidade, Deus declara ao Seu povo, que para se amar a Deus e ao Continue lendo

NADA ESCAPA À SOBERANIA DE CRISTO.

NADA ESCAPA À SOBERANIA DE CRISTO.

Ef 1.20-21: “Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus, 21 acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro. V. 20 – Aqui se descreve onde e como Deus evidenciou esse seu extraordinário poder. Onde: Ele o evidenciou na pessoa de Jesus Cristo. Como: O modo pelo qual o poder foi evidenciado foi duplo: a) pela ressurreição de Jesus dentre os mortos. Continue lendo

Os dois alicerces

Mt 7.24-27. Mt 7.24 “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. Mt 7.25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. Mt 7.26 E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. Mt 7.27 E desceu a chuva, e correram Continue lendo

Ceia é Memorial

Ceia é Memorial

Texto Base: 1 Coríntios 11.23-26 1Co 11.23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 1Co 11.24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 1Co 11.25 Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, Continue lendo

Qual é a tua voz?

Qual é a tua voz?

Evangelho de João 1.1. De quem João fala? De “a Palavra” – ho Logos. De acordo com Matthew Henry (1662-1714) em seu comentário, Jesus é chamado de “Palavra” neste versículo de abertura porque ele era o Filho de Deus enviado à Terra para revelar a mente de seu Pai ao mundo. Ele afirma que uma leitura clara do verso escrita por João Evangelista deve ser entendida como prova de que Jesus é Deus; que Jesus tem a mesma essência de Deus e existia com Deus Continue lendo

O QUE É AVIVAMENTO BÍBLICO?

O QUE É AVIVAMENTO BÍBLICO?

Acreditamos ser de grande ajuda uma abordagem, mesmo que rápida, do que não é o padrão bíblico de avivamento. 1. Não é algo agendado pela igreja Avivamento é obra soberana do Espírito Santo. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor. O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito. 2. Continue lendo

DIFERENÇAS ENTRE DOUTRINA BÍBLICA E COSTUME

DIFERENÇAS ENTRE DOUTRINA BÍBLICA E COSTUME

Há pelo menos quatro diferenças básicas entre doutrina bíblica e costume puramente humano. Há costumes bons e maus. A doutrina bíblica conduz aos bons costumes.” a) A doutrina é de origem divina, o costume é de origem humana. A doutrina é divina pois está baseada na inspirada Palavra de Deus. O costume é imposto por convenções humanas de maneira espontânea ou obrigatória, sendo assim, o costume é humano. Há muitos que tentam achar textos bíblicos para justificar a perpetuação de sua tradição, mas normalmente praticam Continue lendo