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Sinopse da Primeira Epístola de Pedro

Sinopse da Primeira Epístola de Pedro

1Pe 1.1 “Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos estrangeiros dispersos no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia”. De maneira introdutória Pedro saúda os muitos cristãos “estrangeiros dispersos” do primeiro século que sofreram, foram maltratados e perseguidos por acreditarem e obedecerem a Jesus Cristo. Perseguição que começou em Jerusalém pelas mãos de seus irmãos judeus, as quais se repetiram por todo mundo, em todos os lugares que havia cristãos. Tendo sua culminação em Roma, quando o Império determinou eliminar quem não se inclinava ante o César Continue lendo

A vida de José – Parte 1 – Gênesis 37

A vida de José – Parte 1 – Gênesis 37

      Olá! este é o episódio 1 da série de estudo que faremos com os jovens sobre a vida de José. Tenho o prazer de compartilhar com você.       Problema inicial: com 17 anos José contava ao seu pai as coisas perversas que seus irmãos faziam NARRATIVA: Jacó, ou Israel, teve doze filhos. José foi o décimo primeiro. Com 17 anos José contava ao seu pai as coisas perversas que seus irmãos faziam. Jacó já era velho quando José nasceu e, Continue lendo

Que tipo de ministros somos?

Que tipo de ministros somos?

  Alguns veem os ministros como vasos de ouro. Assim, o valor não estaria no conteúdo, mas no recipiente. Já não interessa mais o que está dentro do vaso, nem se existe ali algum conteúdo. O valor está no vaso em si. Vistos como vasos de ouro, os ministros são considerados inquebráveis, infalíveis. Parece que esta era a visão dos coríntios ao formarem partidos em torno dos nomes dos apóstolos. O outro extremo é a consideração do ministro como um vaso de material desprezível, vazio Continue lendo

Ef 1.20-21: “Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e pondo-o à sua direita nos céus, 21 acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro.

V. 20 – Aqui se descreve onde e como Deus evidenciou esse seu extraordinário poder.
Onde: Ele o evidenciou na pessoa de Jesus Cristo.

Como: O modo pelo qual o poder foi evidenciado foi duplo:

a) pela ressurreição de Jesus dentre os mortos. Com isso, o maior poder contrário à vida, a morte, foi definitivamente vencido; e

b) pela sua entronização à destra de Deus.

Com isso Deus outorga a Jesus seu poder de rei, de reinado, de regência. O assentar-se de Jesus à mão direita representa participação no poder de Deus.

Nordstokke destaca que “à direita” quer dizer = destra de Deus. “Destra” afirma algo mais do que a mera presença de Jesus ao lado direito de Deus Pai. Ora, “a metáfora ‘mão’ expressa o poder de Deus e sua atuação no mundo para salvar o seu povo. Foi por essa mão que Javé libertou da escravidão no Egito (Êx 15.6).

É nessa tradição que os cristãos confessam que Jesus está sentado à destra de Deus Pai, pois nessa posição ele ‘intercede por nós’ (Rm 8.34) e garante que nenhum poder alheio possa ‘separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor’ (Rm 8.39).

No final do v. 20 e no v. 21, a carta localiza a referida “destra de Deus” – ela se encontra “nos lugares celestiais”, muito acima (grego: hyperanō) de todos os demais poderes.

O v. 21 afirma que Deus exaltou Jesus muito acima de todos os demais poderes. Quem são esses poderes bem acima dos quais/sobre os quais Cristo exerce seu domínio? Os exegetas afirmam que não é mais possível delimitar exatamente o sentido dos quatro poderes mencionados (principados, potestades, poderes e domínios), mesmo porque o próprio NT não apresenta interesse em descrevê-los ou caracterizar sua essência separadamente.

Todos eles constituem o que Efésios 6.12 resume como sendo as “forças espirituais do mal nas regiões celestes”. Interessante é também que a carta pode resumi-los num só termo ou expressão, como em 2.2 (o “príncipe da potestade do ar”) ou em 6.11 (o “diabo”).

Além dos quatro poderes mencionados, há, por fim, ainda a menção a “todo nome que se possa referir”. A referência quer deixar claro: nada escapa à soberania de Cristo.

Prof. Vicente P. Leite